COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Sistema OCB/PE - Notícias

Cooperativa de saúde exibe métodos de trabalho

A parceria e o compartilhamento de conhecimento entre cooperativas é uma das formas mais nobres da prática do sexto princípio do cooperativismo: a intercooperação. Essa atividade acontece quando duas ou mais entidades se juntam para alinhar um pensamento de desenvolvimento social, que ajuda no crescimento dos associados. Com esse objetivo em mente, dirigentes da Cooperativa de Fisioterapeutas e Serviços em Saúde de Pernambuco (Coopfisio) foram até a sede da Cooperativa dos Médicos do Brasil (Coomeb), no bairro da Encruzilhada, onde foram recebidos pelo presidente da entidade, Giovanni Rattacaso Filho. No local, foi debatida a experiência que a Coomeb tem no mercado, como a cooperativa cresceu e se tornou uma das principais cooperativas do ramo saúde no estado de Pernambuco.

A vontade de crescer no meio cooperativista e de propor, de uma melhor forma, a felicidades dos cooperados, levou a presidente da Coopfisio, Cátia Lossio, juntamente com as dirigentes da cooperativa, Maria Betânia e Maria Auxiliadora, a irem até a Coomeb, cooperativa do mesmo segmento, com um pouco de mais vivência no cooperativismo e práticas de gestão e governança em plena execução. A ideia era de saber, através do presidente, quais as práticas tomadas pela entidade que colocaram o negócio em destaque. Dessa forma, servir de inspiração à Coopfisio, adequando os casos dentro da realidade da cooperativa de serviços em fisioterapia.

“Nosso começo partiu do ano de 1995, através de médicos que se juntaram para prestar atividades a um antigo plano de saúde, em serviço home care. Com o passar do tempo, surgiram oportunidades de prestação de serviços pela Região Metropolitana do Recife que necessitavam de contrato com pessoa jurídica. Essa foi a motivação para regularizar toda a situação da Coomeb e nos firmar como cooperativa”, contou Giovanni, pontuando as convidadas sobre o início da Coomeb.

Boa parte das dúvidas do grupo da Coopfisio estava sobre as negociações de atração de clientes e parceiros que viabilizaram as demandas de trabalho dos cooperados da Coomeb, e, somado a isso, o grande interesse da classe médica em se associar à cooperativa. De acordo com Giovanni, através do tempo, foi possível construir uma relação de confiança com outras empresas, onde a cooperativa conseguiu mostrar o trabalho e se firmar. “O não todo mundo já tem. O negócio é partir para a resposta positiva, mostrar o que você faz e garantir que o trabalho será desempenhado com qualidade. Foi assim que crescemos e, depois da Unimed, conquistamos o posto de principal cooperativa de médicos da cidade”, salientou.

Ainda sobre as parcerias, a Coomeb conta com o apoio de empresas que trazem benefícios aos cooperados. Uma delas é a Patrimônio Seguros. A empresa oferece descontos em diversos tipos de seguros aos cooperados da Coomeb. A contrapartida da cooperativa é de disponibilizar uma sala para telefonar aos mais de 200 cooperados, oferecendo os serviços da empresa. 

“Essa é uma importante atividade que atrai os cooperados e viabiliza a alegria das pessoas. Em relação ao trabalho, a Coomeb é exemplo de união e perseverança. É saudável que tenhamos exemplos de sucesso tão perto de nós. Isso nos inspira e diz como devemos encarar o mercado para fazer um trabalho de qualidade dentro do nosso ramo”, comentou Cátia Lóssio.  

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Pesquisa aponta cooperativa no Cabo de Santo Agostinho como uma das melhores para se trabalhar no Brasil

A cooperativa Aurora Alimentos, uma das maiores cooperativas do Brasil, com um ponto de atendimento e distribuição no Cabo de Santo Agostinho, foi indicada como uma das empresas mais amadas para se trabalhar, de acordo com uma indicação espontânea dos funcionários. Através de uma pesquisa, realizada pela equipe do Love Mondays, foi possível observar que a cooperativa é bem avaliada no tópico satisfação profissional. Itens como salário, cuidado individual e plano de benefícios ajudaram a colocar o empreendimento na sexta posição do ranking das empresas mais amadas pelos colaboradores no âmbito nacional.

O resultado da pesquisa foi publicado na última segunda-feira (15) no site Exame. O tópico de destaque da Aurora foi o único que considera respostas espontâneas e anônimas dos usuários sobre os seus empregadores. A análise, só no mês passado, recebeu o acesso de 2,3 milhões de visitantes da página. O apontamento, realizado de forma individual, pegou informações sobre o salário, avaliações de comportamento interno, além de calcular o índice geral, que tinha como máximo a nota 5. Numa média entre remuneração e benefícios, oportunidade de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida, a empresa cooperativa ficou com a média 4,3.  

O gerente de gestão de pessoas da Aurora, Nelson Paulo Rossi, observa que “para conseguir um lugar na seleta lista das melhores é preciso vencer etapas que foram sendo trabalhadas ao longo dos anos. A etapa mais importante é ser avaliado pelos principais interessados, no caso, os empregados”, expõe. 

Em meio às cooperativas instaladas em Pernambuco, a Aurora é uma das que mais investem em aprendizagem do cooperativismo. Regularmente, a direção da empresa cooperativista realiza atividades de capacitação do pessoal, faz trabalhos de interação entre os colaboradores e comunidade. Boa parte das programações na empresa é oferecida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em Pernambuco (Sescoop/PE). 

“Não é novidade que ela seja uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil. A Aurora é bastante receptiva aos programas que incentivam o aprimoramento da gestão e da governança, que ajudam no fortalecimento das atividades internas e externas, propagando as práticas do cooperativismo. Pelo processo desenvolvido no tratamento dos pequenos produtores, passando pelos colaboradores, a empresa é um grande exemplo a ser seguido”, comentou o presidente do Sescoop/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira.

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Contribuições 2018

O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) divulga o guia de contribuições 2018. Acesse a íntegra do documento clicando AQUI.

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Presidente da república sanciona PLP 100/2011

Brasília – O ano de 2018 começou muito bem para as cooperativas de crédito. É que, a partir de agora, elas estão oficialmente autorizadas a captar depósitos dos entes públicos municipais – prefeituras e suas autarquias, por exemplo. A boa notícia foi publicada hoje (5/1) no Diário Oficial da União, em forma da Lei Complementar nº 161, antigo PLP 100/11, quando era apreciado na Câmara dos Deputados, e PLC 157/17, quando foi analisado pelos senadores. A nova lei já está em vigor.

A captação desses recursos municipais está limitada, segundo a lei, ao valor hoje garantido pelo Fundo Garantidor das Cooperativas de Crédito (FGCoop) por depositante, seja ele pessoa física ou jurídica – R$ 250 mil. Para montantes superiores a esse valor, o dispositivo abre a possibilidade para o Conselho Monetário Nacional (CMN) disciplinar, por meio de regras prudenciais, como as cooperativas de crédito poderão fazer a captação.

FRENCOOP

A conquista é um marco histórico para o cooperativismo brasileiro, especialmente para o Ramo Crédito. “A OCB, com o apoio fundamental da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), conseguiu mostrar ao Congresso Nacional a relevância das cooperativas de crédito para economia dos municípios, sendo que em mais de 500 deles, essa conquista representa a sobrevivência econômica da região”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Durante todos os seis anos de tramitação do antigo PLP 100/11, a matéria contou com o importante apoio dos parlamentares da Frencoop, especialmente, dos deputados Domingos Savio (MG), autor do texto, Osmar Serraglio (PR), relator no âmbito da Câmara e Evair de Melo (ES), autor da emenda que possibilita às cooperativas de crédito gerirem os recursos do Sescoop. No âmbito do Senado, quem atuou com destaque foi o senador Waldemir Moka (MS).

NA PRÁTICA

O presidente do Sistema OCB reforçou que, graças à nova lei, as prefeituras, suas autarquias e empresas públicas locais de centenas de municípios que não contam com atendimento bancário, nem mesmo o tradicional, feito por instituições financeiras privadas ou públicas, poderão gerir seus recursos em um banco cooperativo.

“As cooperativas de crédito já estão nessas localidades, suprindo a lacuna deixada pelo Estado, por meio de suas instituições financeiras oficiais. Para se ter uma ideia, em 564 cidades brasileiras, a única instituição bancária é uma cooperativa e isso faz com que as prefeituras tenham de gerir seus recursos em bancos localizados em outras cidades. A gestão dos recursos públicos desses lugares acaba sendo penaliza, sem falar nos servidores que dependem de um banco oficial para resolver suas questões financeiras e não têm”, explica.

A partir de agora, as prefeituras poderão, por exemplo, realizar o pagamento dos servidores públicos municipais diretamente nas cooperativas. Até então, conforme o parágrafo 3º, do artigo 164, da Constituição Federal, esses recursos só poderiam ser depositados em bancos oficiais.

SESCOOP

A Lei Complementar nº 161/18 também autoriza as cooperativas e os bancos cooperativos realizarem a gestão das disponibilidades financeiras do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Antes, esse tipo de operação não era possível, o que, para os cooperativistas, representava um contrassenso.

“Como as cooperativas não podiam gerir os recursos que vêm delas mesmas? A partir de agora, os recursos do “S” do cooperativismo, que é o Sescoop, e que, até então, eram geridos por bancos públicos oficiais poderão ser geridos, a pelas instituições financeiras cooperativas. Isso é mais do que justo, afinal, somos um movimento que acredita em um modelo de negócio realmente humanizado e por meio do qual todos ganham”, conclui Márcio Freitas.

 

REPRESENTATIVIDADE

 

Distribuídas por todo país, as cooperativas de crédito, instituições financeiras sem fins lucrativos, reguladas e fiscalizadas pelo Banco Central do Brasil, reúnem mais de 9 milhões de cooperados, com ativos, em 2017, na ordem de R$ 220 bilhões, depósitos de R$ 103 bilhões e empréstimos de R$ 81 bilhões, estando presentes e devidamente estruturadas em aproximadamente 95% dos municípios, com mais de 5,5 mil pontos de atendimento.

 

*Com informações do Somoscoop.coop.br

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