COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Seminário exibe vantagens de participar do cooperativismo de crédito

Para promover a educação financeira e a difusão do cooperativismo de Crédito, o Sistema OCB/PE e o Sebrae/PE promoveram, na cidade do Cabo de Santo Agostinho, o Seminário das Cooperativas Financeiras. Em um hotel do município, empresários e gestores de empresas conheceram os benefícios de fazer parte de um dos modelos econômicos que mais crescem no mundo.

Para esboçar melhor o contexto no qual o cooperativismo de crédito vem crescendo no Brasil, o primeiro convidado a falar ao público foi o consultor de planejamento, José Flávio Linhares. Dentro da explanação, ele deixou claro que o setor financeiro do país é bastante movimentado pelo pequeno empreendedor, sendo a que metade dos brasileiros empregados trabalha no pequeno negócio. Esse, de acordo com Flávio, é o maior público do cooperativismo de crédito.

“Até 2022, o Brasil terá cerca de 17,7 milhões de pequenos negócios, ou seja, mais de um milhões de novos empreendimentos por ano. Esse número é 43% superior ao atual, que é de 12,4 milhões de Microempreendedores Individuais e micro e pequenas empresas optantes do Simples Nacional”, comentou o consultor. Ainda de acordo com ele, o cooperativismo de crédito é mais interessante a esse público pelas taxas mais baratas, a desburocratização de diversos serviços e a convivência facilitada com aplicativos financeiros.

As palavras de José Linhares foram fortalecidas pelo gerente de pessoa jurídica do Sicoob, Almir Silva. O gestor, que também foi convidado a participar do evento como palestrante, levou ao público o melhor entendimento da prática cooperativista e o porque do mundo estar migrando cada vez mais rápido para o ramo crédito.

Para ele, o maior trunfo do sistema é na redução das despesas financeiras, com taxas de juros mais adequadas nas diversas linhas de crédito para pessoa jurídica, utilizando crédito de forma mais eficiente e sustentável na cooperativa. “Todo o movimento da cooperativa fica dentro da cidade. Nada vai embora. Todos os recursos são reinvestidos dentro da cidade. Esse é outro diferencial do cooperativismo em relação ao banco, sendo um ponto positivo para mais pessoas fazerem parte do cooperativismo de crédito”, elucidou.

Esse ponto diferencial entre as agências financeiras chamou a atenção de Ronaldo Martins, dono de uma gráfica no Cabo. Para ele, essa atividade já é de grande interesse para buscar uma cooperativa e se tornar cooperado. “Donos de bancos pegam os lucros e vão embora. Pelo que vi na explicação, o dinheiro que entra na cooperativa fica na cidade. É investido em projetos sociais e no bem das pessoas. Só isso já me basta para me tornar um cooperado” relatou o empresário.

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