COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Dirigentes das Unidades Estaduais do Nordeste debatem pautas para 2020

A capital pernambucana recebeu a Reunião de Trabalho dos Presidentes das Unidades Estaduais do Nordeste. Na pauta de debates do dia, estava a negociação do fechamento econômico com os representantes da Sinatracoop, a viabilidade da estrutura sindical da Fecoop/NE, o aprofundamento do Programa Agronordeste para região, além do modelo de distribuição de recurso do Fundecoop. Toda a reunião foi coordenada pelo presidente do Sistema OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira.

Após às boas-vindas a cada um dos presidentes dos respectivos estados, Malaquias concedeu espaço ao Sindicato Interestadual dos Trabalhadores Celetistas em Cooperativas do Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco (Sinatracoop) e à Federação Nacional dos Trabalhadores Celetistas nas Cooperativas do Brasil. Os órgãos foram representados pelo diretor, Pedro Antônio Pinto, e o presidente das entidades, Mauri Viana Pereira.

Os representantes fizeram um apanhado das conquistas dos órgãos, ilustrando como acontece a negociação para a classe de trabalhadores em cooperativas por todo o Brasil. A cada presidente na reunião foi entregue um caderno com propostas para as cooperativas. Boa parte dos tópicos descrito ali agradou ao grupo, porém ficou acertado que, antes de tomar qualquer medida, o conteúdo seria levado às Unidades Estaduais para ser estudado em conjunto com as cooperativas, deixando o processo ainda mais democrático.

Ao fim dessa explanação, logo foi convidado à frente o analista técnico e econômico do Sistema OCB, Fernando Pinheiro,  que falou do Programa Agronordeste. Esse é um programa lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento no último dia 1º de outubro. O projeto tem um plano de ação para impulsionar o desenvolvimento econômico, social e sustentável do meio rural da região. Ele será implantado ainda em 2019 e 2020 em 230 municípios dos nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais, divididos em 12 territórios, com uma população rural de 1,7 milhão. 

“Esse programa tem a ideia de pegar as boas ideias de sucesso dentro da própria região e replicar pela redondeza. Isso ajuda na adaptação da prática ao local e não fica um exemplo tão distante quando implantado e acompanhado”, salientou Fernando.  

A última pauta do dia ficou sob a responsabilidade da gerente do Sescoop, Karla Oliveira, que explicou o novo modelo do Fundecoop e as perspectivas. Logo de início foi abordado o progresso histórico de operacionalização do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo.

Aos presidentes, a gerente também salientou os direcionadores que farão a diferença no Fundecoop já em 2020. “O Fundo levará em consideração a melhoria da eficiência da formação profissional e da atuação finalística, além da maturidade da governança e da gestão das cooperativas, somada a conformidade e a melhoria da percepção e satisfação sobre os serviços prestados. Tudo isso deverá ter como impacto na cooperativa o aumento dos ingressos e receitas brutas, uma maior empregabilidade e a evolução dos números de cooperados”, avisou Karla. 

“É sempre bom contar com a participação da unidade nacional para sanar as dúvidas e dar apoio aos estados. Algumas mudanças estão a pleno vapor e precisamos nos adaptar o mais rápido possível. Isso será possível com a ajuda dos técnicos de Brasília e o apoio das nossas cooperativas”, contou Cergio Tecchio, presidente da Unidade Estadual da Bahia.

 

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