COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Sistema de Indicadores e gestão de riscos foram temas de curso oferecido pelo Sescoop/PE

Foi finalizado, na última quinta-feira (07), o curso sobre Processos, Indicadores e Gestão de Risco, oferecido pelo Sescoop/PE, aos dirigentes de cooperativas pernambucanas, dos ramos saúde e crédito, que estão aplicando o Programa de Desenvolvimento da Gestão do Cooperativismo (PDGC) nas respectivas cooperativas. O evento teve como base a padronização dos processos internos, a análise e tratamentos dos potenciais riscos às cooperativas, proteger o negócio e fazer uma mensuração de controles internos, além da criação de indicadores de desempenho. 

Todos os pontos analisados durante os quatro dias de evento servirão de base no desenvolvimento de um trabalho cada vez mais qualificado nas cooperativas, resultando em uma melhor nota no PDGC.  Para facilitar o entendimento do assunto, o material foi dividido em três módulos: estrutura e melhoria dos processos, gestão de risco integrada aos sistemas de qualidade e compliance, e sistemas de indicadores.

O desenvolvimento do módulo sobre sistema de indicadores ficou sob a responsabilidade do Marcos Masaro, representante da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Ao público cooperativista de Pernambuco, ele cravou a importância de indicadores como medidas que facilitam nas comparações do que já foi feito dentro das cooperativas. A correção de problemas de vulnerabilidade, ainda de acordo com ele, acontece de maneira mais facilitada quando se há algum histórico para fazer uma comparação, seguido de uma avaliação de resultados.

“É imprescindível a definição de metas e implantar um sistema de análise crítica para a gestão das cooperativas. Isso ajuda nos processos internos, não deixando o trabalho visto como ‘solto’. A mensuração dá um resultado técnico e psicológico fazendo com que as pessoas se comportem de outra maneira e cresçam com os resultados”, aconselhou Marcos Masaro. Ele ainda ratificou a importância desse tipo de análise de desempenho quando os processos de indicadores são bem determinados no local de trabalho.

Outro ponto importante do módulo foi a definição do fluxo de análise crítica, quando foram determinadas as interpretações de ação corretiva, correção e ação preventiva. Segundo Masaro, uma providência tomada após a identificação de algo fora do padrão de qualidade, com a meta de que ela não volte a acontecer, é uma ação corretiva. Já a correção atua somente nos efeitos causados pela origem do erro, não solucionando o problema na raiz. No caso da ação preventiva, ela vai dentro do ato de tomar uma atitude de segurança de antecipando a algum problema hipotético que venha a acontecer.

Para o gerente de operações da Unimed Vale do São Francisco, Edson Oliveira, a atenção com a identificação do que pode ser um risco dentro da cooperativa já faz os processos internos melhorarem bastante. “São pontos muito importantes que foram trabalhados durante o curso. A consequência de uma gestão bem feita reflete durante vários anos. E isso passa pela gestão de riscos. Vamos implantando aos poucos na Unimed, padronizando cada vez mais em cima das boas práticas do cooperativismo”, contou Edson. 

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