COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Seminário em São Paulo reúne unidades do Sescoop do Nordeste

Representantes das unidades do Sescoop da Região Nordeste participaram, nos dias 22 e 23 de janeiro, do seminário de boas práticas, realizado em São Paulo. O objetivo do evento foi viabilizar a troca de experiências e o alinhamento com base nos casos de sucesso das entidades Ocesp e Sescoop/SP. O seminário foi coordenado pelo Sescoop/PE e contou com a participação dos estados da Paraíba, Piauí, Maranhão, Bahia e Sergipe, além de Minas Gerais e Sescoop nacional. Pernambuco contou com quatro representantes, incluindo a superintendente, Cleonice Pedrosa, e o gerente de Desenvolvimento de Cooperativas, Helton Cabral.

O primeiro dia (23/01) iniciou com a apresentação de temas relacionados aos programas de monitoramento. Um dos destaques da área é a divisão em quatro núcleos: Gestão, Agro, Desenvolvimento Humano e Consultoria Especializada. Por meio dessa estrutura, os profissionais do Sescoop/SP oferecem serviços de consultoria jurídica e contábil, com os técnicos da Casa, além de constituição, registro e orientações sobre os programas PAGC, PDGC e GDA.  A consultora de Ramos da entidade Layiarea Barros apresentou os detalhes e falou sobre a importância da iniciativa.

Na unidade, a organização possui ainda uma divisão que contempla o acompanhamento de perto de cada um dos Ramos, com documentos criados para facilitar a apresentação dos dados, a exemplo da Orientação de Termo de Manutenção (OTM), para área contábil, e Organização de Termo de Acompanhamento (OTA), para área jurídica. Os principais desafios incluem ampliar a transparência nas cooperativas, atender aos requisitos mínimos de permanência do presidente da cooperativa, prezar o cumprimento do estatuto, esclarecer as atribuições dos membros dos conselhos, garantir que não haja chapa única para o Conselho de Administração e Fiscal. 

Sobre o Ramo Produção, em especial no que concerne às cooperativas de reciclagem, a consultora do Sescoop/SP, Priscilla Coelho, esclareceu o atual contexto do monitoramento no estado: “Estamos nos armando de estratégias não só para contribuir na constituição, mas também para acompanhar essas cooperativas. É o momento de conhecer projetos, estruturar propostas para, em 2018, atender a esse ramo de forma mais efetiva”, frisou.

O estado de São Paulo possui 1.027 cooperativas registradas. O segmento no estado gera 70 mil empregos e movimenta R$ 45 bilhões no mercado interno. No total, 144 cooperativas já possuem seu planejamento para 2018 e 194 estão já capacitadas no Programa de Desenvolvimento dos Agentes de Desenvolvimento Humano (ADH). A formação tem o objetivo de preparar o representante da cooperativa que será responsável por enviar as informações necessárias ao sistema GDH, e requisita, entre outros, um perfil específico de profissional, de forma a garantir o preenchimento correto dos dados e a análise de informações complexas para repasse. A princípio, com uma carga horária de 80 horas, atualmente, a capacitação é dividida em cinco módulos de 16 horas. 

Sobre o GDA, os participantes puderam acompanhar detalhes que ajudam na interpretação da saúde financeira das cooperativas, bem como no planejamento futuro para a adoção de medidas corretivas e preventivas. As principais bases para a implementação do programa foram apresentadas pelo analista Rodrigo Nagai, que elencou alguns conceitos, como a matriz SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças), o KYC (a importância de conhecer bem o cliente) e o PDCA (investimento no planejamento para reduzir, assim, o tempo destinado à execução). Após focar o atendimento para as cooperativas regulares, o monitoramento obteve um recorte de 316 cooperativas para acompanhar. A partir daí, novo planejamento por Ramo foi definido: Consumo e Transporte (2018), Infraestrutura e Educacional (2019) e Habitacional, Produção e Trabalho (2020).  A representatividade em cada ramo foi outro critério adotado, de forma a garantir a elaboração de um quadro que refletisse todas as cooperativas daquele universo. No Ramo Agropecuário, por exemplo, 18 cooperativas representam 9,5 bilhões de ingressos.  No âmbito do Ramo Saúde, os indicadores apresentados foram: capacidade de pagamento, endividamento, rentabilidade, tesouraria, sistemas, avaliação de resultados e a capacidade operacional. 

O segundo dia (24/01) focou as áreas de Formação Profissional, Monitoramento e Promoção Social. Na primeira, houve a apresentação dos projetos realizados pela unidade de São Paulo, a exemplo dos espetáculos credenciados (teatro, dança e música), cinema ao ar livre, tributo a Jair Rodrigues, Encontro de Desenvolvimento Social, Intervenções artísticas, oficinas criativas, entre outros. Na principal celebração do Dia C, em 2017, a entidade conseguiu realizar 6.375 atendimentos e, durante o ano, a campanha paulista abrangeu 49 cidades, 103 cooperativas participantes e 87 iniciativas. Na Formação Profissional, destaque para a trilha da aprendizagem e planejamento de um catálogo de ações para 2018, disponível no site da instituição. 

A entidade destacou, ainda, o Projeto Incluir, que auxilia, na cidade de Franca, as cooperativas a sensibilizarem sua diretoria e a promoverem, na prática, a inclusão, orientando colaboradores e associados a melhor receber a pessoa portadora de deficiência. No âmbito da educação cooperativa, o Cooperjovem foi o grande destaque, atuando não apenas com cooperativas educacionais, mas também com escolas públicas. Na área de Marketing, a estrutura de Home dentro da própria entidade, agiliza o trabalho de diagramação, produção e edição de vídeos e acompanhamento das ações de assessoria de imprensa, além de garantir a economia de recursos.

 

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