COOPERATIVAS
 se mantêm FORTES em tempos de crise.

Curso de Mídias Sociais preparou cooperativas para exibirem produtos e serviços no mundo virtual

 

“Não importa o tamanho da cooperativa. É algo unânime para quem trabalha com estratégia a propagação do negócio nas mídias sociais. O crescimento, independente do segmento, passa por uma boa gestão do virtual, pois lá estão os seus cooperados e futuros parceiros, sempre em busca de novas oportunidades.” A afirmação foi pontuada em meio ao curso de Mídias Sociais, pela ex-redatora da Revista MundoCoop, a jornalista Kátia Penteado. Promovido pelo Sescoop/PE, a profissional em comunicação teve como meta fazer as cooperativas se integrarem de uma melhor forma com o mundo virtual, melhorando o posicionamento da marca no mercado, auxiliando na divulgação dos produtos e dos serviços à população. Todo o curso teve a duração de 16 horas.

 

Para a palestrante, estar nas redes sociais significa estar presente onde o público-alvo está. A velocidade e as formas de propagação de notícias tornam-se aliadas quando as cooperativas passam a olhar o lado digital como ferramenta de negócio. A popularidade alcançada pelas redes sociais, como o Instagram e o Facebook, aumenta exponencialmente a cada ano. Essa onda popular, ainda de acordo com Kátia, pode ser um impulsionador de muito sucesso quando se mostra o que se tem a oferecer como serviço. Tudo na base de uma comunicação clara, dentro das ferramentas certas.

 

“Existe o ideal de mesclar o conteúdo e avaliar a aceitação dos produtos ou serviços oferecidos pelas cooperativas. Também é importante interagir com o público de forma eficaz e com a linguagem correta. As postagens devem envolver imagens, textos e vídeos, mostrando variedade e domínio sobre o que se fala. Nessas horas, um profissional de comunicação pode ajudar bastante o processo de divulgação da marca”, orientou a palestrante.

 

Ela também chamou a atenção do grupo para a atenção ao português, mostrando formas de insucesso que marcaram negativamente grandes marcas nacionais. “O que você escreve nas redes sociais é pontuado como sua cooperativa escrevendo. Então, devemos ser simples na comunicação e escrever de forma segura. Se uma palavra é complicada, a nossa rica língua disponibiliza sinônimos. A correção antes de publicar pode evitar futuros constrangimentos”, orientou.

 

As orientações ajudaram a cooperada da Cooperativa Agrícola de Camocim de São Félix (Coopeafa), Ingrid Batista, a pensar melhor em comunicação para dentro no negócio, que trabalha com agricultura familiar. Muitos cooperados já estão nas redes sociais. Através das mídias, de acordo com ela, é possível estreitar os laços e mostrar, de modo mais eficaz, a toda região os produtos agrícolas.

 

 

“Temos uma grande variedade de produtos, que podem ser divulgados. Também nos reunimos com pessoas de fora do país, onde mostramos o nosso plantio. Se divulgarmos do modo certo, mais pessoas vão saber dos potenciais da Coopeafa, podendo ajudar o produtor a valorizar o que temos. As informações do curso vão nos ajudar bastante a sanar problemas de comunicação”, contou Ingrid.

 

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